Páginas

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016

É de se lamentar a desconstrução da esquerda no Brasil ...

... por desonestidade moral e intelectual daqueles que se apoderaram do poder usando -a  para seus propósitos pessoais . Na época em que o Brizola governava ou se candidatava a governar o Rio  estive na Itália e lá ocorria eleiçào . A esquerda italiana se dividia entre sinceros que se apresentavam como Honestos e fuleiros que eram acusados pelos primeiros de Desonestos . Singular ... não ?  Por aqui creio que salvo honrosas exceções os segundos predominaram largamente dando depois de 12 anos no que está dando ! Lá houve uma operação semelhante à nossa lava-jato e afins , e eles se arranjaram . Um deles veio para cá, e se afundou na bagunça como pinto no lixo ... vocês devem saber de quem estou falando ! Será que ele nos trouxe espertise  de malfeitorias ! Bem o Sérgio foi até lá, e nos trouxe o antídoto  ... muito bom ! Mas é preciso, como ele bem disse , muito mais ... e esse muito mais começa por entender melhor  A desconstrução da esquerda brasileira para o que esse bom artigo escrito pelo Senador Cristovão Buarque é um excelente começo . Se estiver interessado o Amigo poderá usar o link acima e ler o artigo . . É um bom sinal que um político já conhecido , de esquerda, interessado na educação que constroi o conhecimento (principal fator do desenvolvimento moderno suplantando o capital financeiro e os recursos naturais )  , tenha feito tal análise , mudado de partido , e anunciado sua pretenção à se candidatar novamente à Presidência da República . Há políticos que sugerem seguir um caminho semelhante ... mas não são tào claros em suas explicações ... na verdade há pessoa que tem notoriedade mas tem  sido muito nebulosa na apresentaçao do que representa sua proposta . Outro personagem que se apresentou na mídia publicando um artigo técnico bastante objetivo,e portanto claro para o público eleitoral, foi o Paulo Nogueira Batista JR que no seu artigo Conciliação mostra ao eleitor do futuro presidente que o início do caminho não será tão fácil assim : será preciso base política consistente ! ... seja qual for a nuance da solução que se decidir adotar ! Então surge o ponto central da problemática da reconstrução do rumo da nossa economia : acertar na próxima eleição pondo no poder quem saiba onde quer chegar, e nos diga com clareza como pretende caminhar - UTOPIA podem gritar ... mas preocupantemente é esse sem dúvida o ponto central ! Para tanto , penso  ser preciso diminuir o peso do sindicalismo na condução da política Nacional  ... equipotencializando os cidadãos eleitores mormente após a mudança introduzida pelo STF... que aprovo... no financiamento de campanhas eleitorais . Preocúpa- me que haja mais liberdade no financiamento sindical, que dê ao cidadão mais poder de decisão para montar o Congresso que lhe aprouver . Há pesquisas de opinião pública que mostram profunda discordância entre as propostas de reforma aceitas pela cidadania, e as da preferência dos sindicatos, e seus servo partidos ! Essa dicotomia é antidemocrática ( e não sei se o STF a consideraria também inconstitucional como no caso do financiamento de campanhas ) e profundamente prejudicial ao Pais ... mas por outro lado imensamente conveniente ao projeto de poder desses servo partidos . Proponho que se cuide desse assunto para que nas próximas eleições ... se houver tal evento após essa lambança que vivenciamos terminar... ou no tempo marcado no calendário eleitoral... se a lambança continuar até lá, e nossa Nação resistir! Com essa proposta e muita esperança de ser compreendido fico com um abraço para os eleitores sinceros desse nosso Pais  , até mais .
Em 17/05/2016
REVISÃO 
Aproveitando a iniciativa da Amiga Raquel que aprovou o texto publicado no blog Movimento contra a corrupção : 

Cópia de sua publicação no fb : 

Movimento Contra Corrupção
O BRASIL VENCERÁ! FAÇA A SUA PARTE!
‪#‎Compartilhe‬
Curta Movimento Contra Corrupção
CurtirMostrar mais reações
Comentar
Comentários
Renato Velloso




























sexta-feira, 9 de outubro de 2015

GOA – uma cultura em vias de extinção, quem nos conta ...

... é minha Amiga Ana Paula Lavado uma portuguesa que Ama sua terra, e sua história, que inteligentemente valoriza ! Veja no link :Goa uma cultura em vias de extinção . Ana Paula provavelmente não estava pensando em nossa problemática mas sim na de Goa .Contudo nós devemos conhecer o que lá acontece, e nos precaver quanto à iniciativas não patrióticas desse governo . A identidade de uma Nação tem muito a ver com sua cultura e sendo assim, sua história e sua língua, são para ser considerados verdadeiros baluartes ,,, em fim tudo a ver com nossa cultura como um todo . Pensar em novo ordenamento histórico tem propósito em ambiente acadêmico ... nas escolas não . As escolas são o berço da cidadania, nas cabeças de nossos filhos, e em seus corações se forjará o futuro de nossa Nação . Os Goenses como conta o artigo pizaram na bola, e está dando no que vimos . Vamos ficar atentos aqui no nosso pedaço, e não permitir o que foi feito no MEC pelo Ministro Renato Janine que foi recentemente substituído pelo Mercadante .Vejam no link :História sem tempo . Isto foi levado a cabo sem consulta aos pais dos alunos ... ie à sociedade em geral . Sem debate em foros apropriados ... sem plebiscito como eles gostam quando lhes convém ! Agradecendo de coração à Amiga Ana  :
fico por aqui rogando aos que tem poder para agir que se ponham em campo , e impeçam mais esse estorvo à educação de nossos filhos ...  o que sem dúvida refletirá negativamente no Pais em que viverão , Até mais !

segunda-feira, 22 de dezembro de 2014

A saga da Venina me traz à lembrança uma preocupação ... que constantemente...

... era manifestada pelo Sérgio Quintela , meu contemporâneo de EPUC, e um dos donos de Empresa em que trabalhei...:com o que ele denominava  "bom mocismo" .Como um dos donos da empresa ele, com justa razão, se preocupava com o dinheiro que nela tinha investido,  e naturalmente, com o tempo, e a  energia que nela empregava .Esse " bom mocismo" é uma praga sutil que se instalada na organização fragiliza o comportamento ético de seus funcionários levando certamente à prejuízos .Quando a empresa é privada, como no caso , o dono se preocupa com destino do seu patrimônio, e a combate . No caso da Petrobras, e outras da ambiência do Estado, dá - se o que a Venina vivenciou : o "bom mocismo "se instala, e cria ambiência para o pior ... o surgimento de "Camarilhas "que possibilitam a implantação de "quadrilhas "... estas sim letais ! As três em graus diferentes são prejudiciais sendo a última como disse letal ! O código de ética que vacina a empresa desses males é o mesmo tanto para a ambiência Privada como para a do Estado... a diferença colossal está em que na ambiência privada o dono está atento, e na do Estado ... nem sempre , ou ... quase nunca !Sem o combate sistemático ao  "bom mocismo" surgem as "camarilhas", e através delas se instalam, e operam as "quadrilhas" . A  Venina bem que tentou ... mas no ambiente de camarilha instalado pelo bom mocismo que sempre imperou na Petrobras, este alimentado por sentimentos corporativistas ,... foi  o mesmo que pregar no deserto ! E no caso, creio... mesmo que se ela tivesse saído para se queixar em  outras instâncias do Estado, daria no mesmo, pois bateria de frente com a quadrilha e / ou a indiferença típica dos atuais gerentes estatais do nosso atual governo ( de 12 anos para cá ) ... que até ministério de porteira fechada criou !!!!... o dono nem se lixa !... nos pagamos ! Não sei o que os juristas acham ... eles é que sabem ... mas eu penso, que a criação de instância privada do ministério publico, como creio haver nos USA , ajudaria bastante !... pelo menos no caso, a Venina teria para onde correr .
Parabéns menina valente , que Deus te ajude a mobilizar mais funcionários nessa sua atual cruzada !

 e, até mais !


sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

Sob o título de ''Veneno em Dose Dupla'' foi publicado no O Globo um ...

... artigo com  opinião bem lúcida do José Paulo Kupfer sobre a fase atual da nossa administração macro econômica, que poderão ler no link :Veneno em Dose Dupla 
Aproveitando a viagem ,faco comentários meus sobre o assunto : A mistura de ideologias embebendo os bestuntos de nossos formuladores de políticas econômicas tem certamente responsabilidade decisiva nessa mania de reinventar a roda que cega a nossa visão no que se refere à gestão da economia .Outros fatores são : o grau exagerado de fechamento da nossa economia , e o enorme peso do Estado como operador da economia .Gostei das opiniões do José Paulo que me levam a reconsiderar a opinião da Maria Sylvia Franco sobre a ingenuidade da Dilma ... em acreditar que o Capital Nacional privado seguiria seus instintos e apetites, e cairia na armadilha Lulo petista ..opinião da qual duvidei preferindo qualifica - la como visionária , e obstinada somente . Sem organização segura o capital não se candidata ... precisam ter certeza do retorno sem o que PT Saudações . Parece que a tal de esquerda que se aboletou no poder federal pensa que o lema "desorganização e inclusão " é o caminho para melhor distribuição de renda entre nós, e talvez até alhures . Por aqui deu -se que no vazio instalou - se "o crime organizado" no caso o de corrupção.Minha proposta é que Voltemos ao lema " Ordem e Progresso...", acrescentando " : ...com melhor distribuição de renda e inclusão social " ... fica melhor assim, pois poderemos melhor controlar a condução dos negócios do Estado, evitando o surgimento de crimes contra a economia popular como os de que estamos sendo vítimas . Mas no caminho está a atrapalhar a ideologização da política que cega os condutores da Vida Nacional fazendo com que sigam às tontas por caminhos tortuosos rumo à não sabem que destino .Muitos cidadãos já planejam sair do Pais pois não sabem onde estaremos daqui a alguns anos .É o fim da picada sermos cidadãos de um Pais como o nosso, e estarmos em tal confusão ... políticos de boas intenções : acordem ! Até mais , e feliz Natal !

Para você também Dilma !


sexta-feira, 7 de novembro de 2014

Dou a palavra à socióloga Maria Sylvia Franco que em seu artigo na revista Epoca ...



... lançou luz sobre muito do que tem acontecido entre nós de 1960 em diante . Data Vênia à uma pessoa mais preparada que eu , digo que na minha opinião a Dilma não é ingênua mas sim visionária, e como tal obstinada ... eu diria "uma anta "e o Lula ... deixa para lá ! No seu texto aprendi que o misterioso rumo que ela imprimiu à economia veio de uma escola chamada Cepal (Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe) e deduzi ... não sei se corretamente... que o Lula não seguiu o mesmo rumo pelo compromisso assumido com a tal carta aos brasileiros, ou coisa que o valha... condição que lhe foi imposta para receber o poder . Mas preparou o caminho para a sucessora . Entendi o que presumo ter ela se referido quando disse que ... " fizeram a sua parte" provavelmente seguindo planos internacionais da esquerda Caribenha levando o Pais à estagflação em que estamos . Se a conjuntura internacional pós bolha tivesse evoluído, segundo queriam,  a outra parte teria sido feita ... então tudo azul para eles. Porém não foi assim ... felizmente , creio eu ! Pois não consigo imaginar o que teria resultado de bom para nós ... ie , para " esse País " como ele se refere à nos ! Publico a entrevista , e deixo com vocês a tarefa de confirmar minhas suposições, ou tecer as suas ... mas a entrevista vale , especialmente no momento que vivemos para podermos melhor entender o que se passa no Pais em que vivemos, e talvez no mundo atual. E para aprendermos vez por todas que é inútil ficar acusando  mostrando desvios de conduta face à valores da nossa cultura, pois estes são por eles solenemente desprezados ... é enxugar gelo ! .Seguem o comentário de Marina Silva no facebook ,e a transcrição da entrevista . Boa leitura, e até mais .

Fala marina Silva 
:A socióloga Maria Sylvia Franco, que conviveu com os homens e ideias que resultariam no PT e no PSDB, alerta para uma distinção importante: quem passou a consumir mais não necessariamente passou a produzir mais.
Fala  Maria Sylvia Franco :
"Há um abismo entre Lula e a ingenuidade de Dilma", diz socióloga
A socióloga Maria Sylvia Franco conviveu com os homens e ideias que resultariam no PT e no PSDB e alerta para uma distinção importante: quem passou a consumir mais não necessariamente passou a produzir mais


A socióloga Maria Sylvia Franco em casa, em São Paulo. Ela gostaria que a relação dos políticos com os pobres fosse menos demagógica (Foto: Rogério Cassimiro)


O Brasil conheceu, nos anos 1960, uma geração de intelectuais que influenciaria o país pelas décadas seguintes. Na Universidade de São Paulo (USP), um grupo de estudos liderado pelo sociólogo marxista Florestan Fernandes – que viria a ser deputado federal pelo PT – impulsionou figuras como Fernando Henrique Cardoso, futuro presidente da República pelo PSDB. Entre eles estava a socióloga Maria Sylvia Franco, estudiosa das raízes da violência no Brasil. Sua obra "Homens livres na ordem escravocrata" tornou-se um clássico da sociologia brasileira. Maria Sylvia conversou com ÉPOCA sobre os dois grupos que disputam o poder no Brasil e alguns temas-chave para entender o cenário político.

ÉPOCA – A senhora escreveu, em 2013, que a presidente Dilma Rousseff errou ao acatar a cartilha de Lula e que paga um preço por isso. Mantém o diagnóstico?
Maria Sylvia – Tenho pena da Dilma. Há um abismo entre a grande esperteza de Lula e uma certa ingenuidade de Dilma. A presidente parece simpatizar com a escola econômica da Cepal (Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe), da década de 1960. Um raciocínio mecanicista de manual de marxismo, que acredita que, se o Estado impulsiona a burguesia nacional, uma série de mudanças estruturais se encadeia automaticamente. Dilma fez isso: deu incentivo fiscal, abriu o crédito, reduziu taxas sobre automóveis. A burguesia vendeu muito. Investiram? Não. Colocaram o dinheiro no circuito financeiro por segurança. Não pensaram no coletivo um instante sequer. Quando acordarem, será tarde demais.

ÉPOCA – A senhora e o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso foram orientados por Florestan Fernandes, um dos maiores intelectuais marxistas do país. Em 1994, Florestan afirmou classificou como "perturbador" o rumo de FHC e do partido dele, o PSDB (Fernandes se referia à aproximação do PSDB, um partido com origem na centro-esquerda, de economistas liberais e do PFL, hoje DEM, partido de direita que reunia vários políticos que haviam apoiado a ditadura militar). A senhora, alguma vez, teve o mesmo sentimento?
Maria Sylvia – Quase não consegui defender minha tese porque ia contra Florestan e seus orientandos, Fernando Henrique e Octávio Ianni (sociólogo de esquerda, estudioso de desenvolvimento e desigualdade social). Não fosse graças a Antonio Candido e Sérgio Buarque de Holanda, o trabalho não viria a público. Fernando Henrique tirou 9,5 em sua tese. Eu tirei 10. Fernando Henrique foi, desde sempre, um político hábil e capaz. Mas tenho minhas dúvidas se algum dia foi marxista.

ÉPOCA – Por que a candidatura da ex-senadora Marina Silva, com a proposta de fundação de uma “nova política”, não foi para o segundo turno?
Maria Sylvia – A “nova política" é uma fórmula retórica. Era ilusão da parte de Marina acreditar na política fora do espectro da direita e da esquerda. Foi um milagre ela ter conseguido mais votos que em 2010, diante da campanha agressiva do PT. A campanha da presidente Dilma foi um grande desserviço para a cidadania. Tornou difícil os eleitores votarem com consciência e razão. O grande problema é que Marina precisaria refundar a esquerda no país. A esquerda brasileira está descaracterizada e a direita veio com toda força. O PSOL (cuja candidata à Presidência foi Luciana Genro) até tem boas pessoas e intenções. Mas tem apenas 1% dos votos. É possível que Marina tivesse a intenção de mudar esse sistema tradicional, o clássico sistema de favores. Talvez promovesse mesmo mudanças mais estruturais, tornando o contato com os mais pobres menos demagógico. Mas o problema é maior que nossas eleições. Enquanto não houver pleitos preliminares nos partidos, com consulta à militância de base, esse mesmo mandarinato continuará no poder. Dizem-se novos. Não sei onde.

ÉPOCA – Vivemos uma fase de baixa taxa de desemprego e alta do poder de compra. Para a senhora, como se explica a alta taxa de rejeição a Dilma Rousseff?
Maria Sylvia – Os itens que o senhor mencionou são parte do sistema forte de propaganda controlado pelo governo federal. Não é à toa que o principal ministro de Dilma se chama João Santana (coordenador de campanha de Dilma Rousseff). Dizem que uma nova classe média entrou no mercado de consumo graças à distribuição de renda. Essa é a maior distorção ideológica que podemos imaginar. Parte da confusão de dois critérios diferentes. Uma coisa é consumo, outra coisa é renda. A renda faz parte do PIB e está fundada no sistema produtivo. Só há distribuição de renda com reforma estrutural do sistema produtivo. Ninguém é contra o Bolsa Família. Mas não podemos negar que ele é, no máximo, um benefício, pago pelo assalariado. As pessoas têm, sim, geladeiras e carros novos, mas continuam morando em favelas. É possível consumir mais sem participar do processo produtivo.

ÉPOCA – O salário mínimo passou por ajustes consideráveis. Isso não eleva a renda?
Maria Sylvia – Sim, é verdade. Ainda assim, temos a questão do (baixo) investimento produtivo. Porque renda é o salário do trabalhador mais o ganho do proprietário. No capitalismo, se os lucros do proprietário ficam estagnados, o salário do trabalhador também não cresce. Hoje, o emprego pode até ser pleno no setor de serviços, mas com PIB abaixo de 1% é impossível que se sustente. A inflação durante o governo do PT foi baixa com relação aos anos anteriores ao Fernando Henrique Cardoso. Mas, nos últimos dois anos, disparou. Pesou em itens básicos como alimentação, vestuário e transporte. O custo de vida cresceu.

ÉPOCA – Seu livro também descreve o Brasil do século XIX como uma sociedade fundada na violência. Até hoje, e a despeito da queda na desigualdade social, continuamos um país violento. Como a senhora interpreta isso?
Maria Sylvia – Essa história romântica do homem cordial, criada por Sérgio Buarque de Holanda, é uma mitologia que dará muito trabalho para ser desconstruída. A violência vem de várias fontes nesse nosso mundo autoritário da propaganda. No passado, havia o senhor de escravos, mas agora temos, por exemplo, uma polícia violentíssima.
A Copa do Mundo foi um sucesso porque houve uma repressão fantástica. Em cada esquina, havia um policial vestido feito o (vilão de ficção científica) Darth Vader. Aliás, também se via violência dentro dos estádios. As pessoas estavam agredindo umas às outras quando se emocionavam com o hino, usando aquelas perucas, pintando seus rostos. Como alguém pode se submeter àquilo?

quarta-feira, 1 de janeiro de 2014

Para um novo ano realmente diferente … | Rcav5's Blog

Para um novo ano realmente diferente … | Rcav5's Blog

A liberdade exige o exercício ativo e pleno da cidadania . Se agimos em um ambiente de fraternidade buscando  num esforço comum o bem de todos , construiremos um futuro melhor para a Humanidade !Feliz 2014 !

quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

Mensagem Natalina … | Rcav5's Blog

Mensagem Natalina … | Rcav5's Blog 

No Ano Litúrgico o período do Advento precede o nascimento de Jesus de Nazaré  o ´´ Deus Conosco ´´  ... celebremos com Alegria esse acontecimento  que se dará no coração daqueles que tem Fé !